23.3.10

4 - Memória em construção: Os Projetos do Museu

“Acreditava-se que os problemas sociais seriam evitados com a retirada dos operários após a conclusão das obras. A cidade foi inaugurada às pressas, ainda inacabada. Os operários em meio às obras, não foram retirados e, sem lugar para ficar, formaram favelas na periferia da cidade juntamente com os antigos moradores do Curral Del Rei."
a b c d Prefeitura de Belo Horizonte. História: O Planejamento. Página visitada em 21 de julho de 2009.

“As cidades também acreditam ser obra da mente ou do acaso, mas nem um nem outro bastam para sustentar suas muralhas”.
(Calvino, ítalo-As Cidades Invisíveis, Companhia das Letras, 1990)


“A tensão não pode ser retirada da vida. É presença fundamental na política, pois a vida pública fabrica a diferença. Nosso atual modo de vida permite a “inclusão social” apenas se o diferente sofrer uma purgação de sua singularidade. Ao diferente é permitido jogar o jogo, desde que não questione as regras.
Estão dentro, mas não fazem parte simplesmente por não serem como os demais”.

(cidade e o jogo da alteridade - Maria Luíza Guimarães Nogueira/UFMG).


Os nossos projetos:
Incluindo os trabalhadores como parte atuante da cultura e sublinhando os laços de afeto que juntos podemos construir, apresentamos aos nossos visitantes os eventos e projetos desenvolvidos pelo Museu Mineiro.


Estender o Museu a todo este universo cultural diversificado e riquíssimo, que é o da cultura do Estado de Minas Gerais, seja ela a popular, adquirida a partir das vivências do quotidiano, ou a erudita, adquirida através de uma educação formal via escola, universidade, e fazendo-as mesclar-se num mesmo espaço - como geralmente objetiva-se todas as nossas ações -estabeleceremos trocas, saberes, afetos, identidades, criando assim um ambiente fértil onde podem-se desenvolver construções reflexivas da história, da memória e, principalmente, de um presente transformador. Possibilitar pluralidade de visões de mundo, que é própria da atividade museal.

“Museus devem conservar, não serem conservadores.”
Marco Antônio Xavier, (FFLCH-USP).


fotos Marconi Marques

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